sábado, 31 de março de 2007

Simão Sabrosa - De outra geração...

Da escola Diogo Cão ao Sporting, Simão deu um pulo rápido, no qual já se pressentia o sucesso da carreira.

Já nas escolas do Sporting conquistou vários troféus, tanto a nível individual como colectivo. Ao dar nas vistas nas camadas jovens leoninas, acaba por ser chamado à formação principal de Alvalade no jogo que opôs o Sporting ao Salgueiros, no qual Simão entrou aos 77minutos e marcou aos 78minutos – até ao momento é o golo mais jovem da historia de todos os campeonatos portugueses.

A estreia pelos sub-21, aconteceu estava a selecção a ser orientada por Jesualdo Ferreira, e com apenas 18 anos estreia-se oficialmente, num jogo com a Hungria, e tal como tinha acontecido no Sporting, Simão marcou um golo no jogo de estreia (Portugal ganhou 3-0) e nunca mais saio da equipa de esperanças.

Humberto Coelho convocou-o pela primeira vez à Selecção A (no ano de 1998) e fê-lo entrar ao intervalo, para o lugar de Rui Costa. Fernando Couto já tinha apontado o primeiro golo, Simão marcou o segundo aos 89 minutos. Mais um golo na estreia...

No ano de1999, Simão troca o Sporting por Barcelona. Na segunda época, participa no clássico espanhol que marca o regresso de Luís Figo a Camp Nou. A noite foi de um português, mas não daquele que se esperava, isto é Figo, foi sim de Simão que assinou o segundo golo, golo esse que veio a tornar-se importante na conquista de mais 3 pontos ao clube rival Real Madrid.

Falhou o euro2000, mas depois nunca mais deixou de cumprir o seu desejo – brilho e glória da geração que surgiu quando a outra já era de ouro…

No dia 29 de Julho de 2001, num ambiente de festa, Simão foi apresentado aos adeptos do Benfica. Meses depois já era considerado uma das estrelas da equipa lisboeta.
Simão é hoje, sem dúvida, um dos alicerces da equipa do Benfica, ele que foi fundamental na brilhante e disputada (com o FC Porto) carreira equacionada pelo Benfica no ano da conquista do título Nacional de 2005. No ano seguinte, não consegui renovar as faixas de Campeão, uma vez que foi o clube rival do norte que o conquistou, mas foi crucial na brilhante carreira que o Benfica demonstrou na Champions League, eliminado o Manchester na fase de grupo e o Liverpool nos oitavos de final, acabando por ser eliminado nas meias finais, pelo Barcelona, que viria no mês de Março a tornar-se o Campeão Europeu de 2006.

Já esta época, Simão encontrou um concorrente à altura, uma vez que disputa com Quaresma, a titularidade na Selecção Nacional e além disso disputa também com ele a eleição do melhor jogador desta época 2006/2007, fruto do excelente trabalho que tem realizado, e um pouco à imagem das épocas passadas, no Benfica.

Títulos

Supertaça Portuguesa: 2005
Cameponato Portugues: 2005
Taça de Portugal: 2004
Campeonato Espanhol: 1999
UEFA Campeonato Europeu Sub-17: 1996

sexta-feira, 30 de março de 2007

Jorge Costa - Bicho, Capitão e Mestre

Jorge Costa chegou ao Porto, oriundo do FC Foz, enquanto juvenil, mas foi emprestado ao Penafiel e ao Marítimo, onde ganhou rodagem de I divisão, antes de regressar ao Estádio das Antas para se tornar capitão na equipa azul e branca na temporada 1992/93. Antes, já tinha escrito uma página brilhante na história do futebol português, integrando a selecção de sub-20 que, em 1991, conquistou o Mundial da categoria, em Lisboa, convertendo um dos penalties no desempate com o Brasil que ditou a vitoria na final da competição. Foi crescendo na Selecção enquanto crescia no FC Porto, aprendendo com companheiros de luxo, como Aloísio e Fernando Couto. Depois passou a ser ele o “mestre”, de Jorge Andrade, R. Carvalho e, mais recentemente, de Pepe e R.Costa. Habituado a ser sempre titular, foi numa altura em que as apostas do treinador Octávio Machado passavam por outros companheiros que viveu o pior momento da sua carreira: ao ser substituído num jogo, atirou a braçadeira de capitão para o chão e acabou por ser afastado da equipa.

Como pretendia estar no Mundial’02 acedeu a ser cedido ao Charlton, de Inglaterra. Esteve no Campeonato do Mundo, despediu-se da Selecção Nacional, mas regressou ao Porto, para voltar a ser capitão e continuar a somar títulos.

Titular hoje, titular ontem, titular nos grandes momentos dos portistas desde há mais de uma década. Jorge Costa esteve na conquista da Liga dos Campeões, na da Taça UEFA, na da Taça Intercontinental, na de oito Campeonatos Nacionais, na de Taças de Portugal e Super taças… O “Bicho” esteve em todas.

A chegada de Co Adriaanse ao FC Porto, em 2005, marca um novo ciclo na sua vida, com o treinador holandês a deixar claro que não o considerava opção para a defesa, levando Jorge Costa, pela segunda vez, a prosseguir a sua carreira no estrangeiro, juntando-se ao ex-companheiro de F.C. Porto e Selecção, Sérgio Conceição, no Standard de Liège, clube onde disputou as últimas partidas oficiais


Publicou a sua biografia “O Capitão” a 13 de Agosto de 2005.

A poucos dias de completar 35 anos, no dia 5 de Outubro de 2006, confirmou a sua retirada do futebol profissional deixando assim uma carreira recheada de títulos.
Em Dezembro de 2006, ingressa na sua carreira de treinador de futebol, tendo sido nomeado adjunto de Rogério Gonçalves no Sporting Clube de Braga.
No dia 19 de Fevereiro de 2007 torna-se treinador principal do Sporting Clube de Braga depois da saída de Rogério Gonçalves do comando do conjunto minhoto. Após tomar o comando da equipa bracarense, levou a equipa a participar nos oitavos de final da Taça Uefa, após derrotar o Parma do colega de F. Couto, na soma das duas partidas por 2-0, oitavos esses que foram disputados perante o Tottenham, que apesar de ter perdido contra a equipa inglesa deixou uma boa impressão tanto num jogo da primeira mão (Portugal) como no jogo da segunda mão (Inglaterra).



Títulos:

Campeão português: 92/93, 94/95, 95/96, 96/97, 97/98, 98/99, 02/03 e 03/04
Taça de Portugal: 93/94, 97/98, 99/00, 00/01 e 02/03
Supertaça de Portugal: 93/94, 94/95, 98/99, 99/00, 01/02, 03/04 e 04/05
Taça Uefa: 02/03
Liga dos Campeões: 03/04
Taça Intercontinental: 04/05
Campeão mundial de sub-20 em 1991


terça-feira, 20 de março de 2007

Ricardo Carvalho - Ascensão Meteórica

Este é Ricardo Alberto Silveira de Carvalho, que tem 28 anos completos em Maio, e que começou a dar os primeiros passo no futebol na equipa júnior do FC Porto em 1996. No entanto, nas temporadas seguintes, Carvalho acabou por ser emprestado, a equipas de menor qualidade, apesar de sempre ter mostrar um bom futebol por onde passou.

Na temporada de 1997-98, o Porto o emprestou ao pequeno Leça, onde Carvalho disputou seu primeiro campeonato como profissional. Depois houve passagens pelo Vitória de Setúbal e Alverca, antes de finalmente ganhar seu espaço na defesa do Futebol Clube do Porto, na temporada 2001-02. Octávio Machado achava que os “miúdos” Ricardo Carvalho e Jorge Andrade viriam a constituir a melhor dupla de centrais da Europa. Isso valeu ao técnico problemas com Jorge Costa, mas… ele sabia do que estava falar, e a verdade é que isso veio mesmo a realizar-se num futuro/presente muito próximo.

A temporada seguinte foi especial para todo a equipa do Porto que venceu o Campeonato Português, a Taça de Portugal e a Taça Uefa, mas ainda mais para Carvalho, que além de todos esse títulos, acabou por ser convocado pela primeira vez para a Selecção principal Portuguesa.
Mais glórias se seguiram na temporada 2003-04, especialmente com a conquista da Liga dos Campeões, na qual Carvalho participou em todos os minutos das partidas. Com toda este percurso a nível de clube, levou-o a ganhar um lugar na equipa principal da Selecção após a primeira partida no Euro 2004. Apesar da derrota, em casa, para a Grécia, o ano de 2004 encerrou-se com chave de ouro, quando ele foi premiado com o UEFA’s European Football Award de melhor defensa.


Um defensa forte e ao mesmo tempo ágil, bom com os dois pés e no jogo aéreo, levou que o Chelsea paga-se 30 milhões de euros – a maior transferência de sempre do futebol português – para junta-lo a Paulo Ferreira e Tiago no lote de jogadores “Made in Portugal”. Mais tarde Tiago abandonou-o o Chelsea, mas logo se juntou outro português, Hilário.
Logo no primeiro ano, conquistou o título da Premier League e estabeleceu a marca de três conquistas nacionais seguidas, em países diferentes. No ano seguinte repetiu a dose e passou de três conquistas para quatro.


Hoje, Carvalho é peça importante não só para seu clube, que é um dos melhores do mundo, como para a Selecção Nacional, onde partilha o seu sucesso com Jorge Andrade, tal como tinha traçado Octávio Machado no ano de 2001.


Títulos:
Vencedor da UEFA Champions League: 2003/2004
Vencedor da Taça UEFA: 2002/2003
Campeão Nacional de Portugal: 2002/2003 e 2003/2004
Campeão Nacional de Inglaterra: 2004/2005 e 2005/2006

sexta-feira, 9 de março de 2007

Diego - O talento indomável

Desde cedo, Diego mostrou que tinha talento para o futebol. Aos 6 anos, começou a treinar nas equipas jovens do Comercial F.C., de Ribeirão Preto. Passados 3 anos mudou-se para a equipa do Santos.Diego foi promovido a equipa principal do Santos F.C. em 2001 (aos 16 anos de idade), pelo técnico Celso Rott. A reformulação na equipa principal prestigiava as pratas da casa, e, de todas elas, a mais reluzente era o médio brasileiro. E, logo que participou no seu primeiro campeonato como profissional, Diego conquistou o troféu de Campeão Brasileiro. Em apenas 27 partidas o líder da equipa marcou 10 golos, entre eles o que eliminou o São Paulo, em pleno Morumbi, nas quartos-de-final. O menino formado na Vila Belmiro começava a encantar o país.No ano seguinte, o camisa 10 já ostentava 17 anos e um título nacional. Jogando a Taça Libertadores, Diego colaborou para que a equipa da Vila Belmiro chegasse à final ao apontar quatro golos em 14 jogos, além de dar aos companheiros inúmeras assistências, as quais lhe renderam o prémio de jogador mais criativo da competição. Diego, já nesse momento, era presença certa nas listas de convocação da Selecção Brasileira.Em 2004, Diego participou novamente numa edição da Taça Libertadores. Marcou quatro golos em nove jogos e ajudou o Santos a atingir os quartos-de-final. No Campeonato Nacional, sob orientação do técnico Vanderlei Luxemburgo, foi elevado ao posto de capitão da equipa. Disputou nove jogos e balançou as redes em quatro oportunidades antes de, em Agosto, se transferir para o Futebol Clube do Porto.

Ainda nem se tinha adaptado a Portugal, quando assumiu a condição de titular do Porto, então campeão Nacional e Europeu. Recebido como a grande contratação da temporada, era o jovem médio, talentoso e decisivo que chegaria para ocupar o lugar de Deco, ídolo portista.Logo nos seus primeiros jogos com a nova camisa, na partida que opôs o Porto ao Benfica, venceu a Super Taça de Portugal. Por conta de suas boas actuações no Campeonato Português e na Liga dos Campeões, recebeu pelos adeptos do Porto o "Troféu Dragão".Ainda em 2004, Diego disputou a partida que definiu o Campeão Interclubes, que reuniu o Campeão Europeu - Porto FC, e o Campeão da América do Sul - Once Caldas, da Colômbia, tendo marcado uma grande penalidade que deu o titulo ao Porto. No Campeonato Português, o médio ajudou o clube a conquistar o 2º lugar em 2005 e tornou-se campeão em 2006. Neste mesmo ano, Diego foi homenageado pelo clube que o revelou, o Santos FC, inaugurando o CT Meninos da Vila, destinado às categorias de base. Um dos dois campos de treinos recebeu o seu nome.

Em apenas duas temporadas em Portugal, Diego marcou sete vezes pelo Porto, já sendo alvo de interesse de outros clubes da Europa, como o Werder Bremen, no qual fechou contrato para actuar durante quatro anos.
Já no Werder Bremen, em apenas meia época, e tal como tinha acontecido no porto, assumiu a posição de titular, marcando 9 golos, fazendo 12 assistênciais, tendo sido eleito por 3 vezes o melhor jogador do mês e apontando o melhor golo do mês de Outubro, além disso e para acabar em beleza, foi eleito o melhor jogador da primeira volta da BundesLiga.



Titulos:

Copa da Liga da Alemanha: 2006
Campeonato Português: 2006
Campeão Mundial Interclubes: (Copa Toyota): 2004
Super Taça de Portugal: 2004
Campeão Brasileiro: 2004
Copa América Seleção: 2004
Campeonato Brasileiro: 2002

quinta-feira, 8 de março de 2007

Cristiano Ronaldo - O futuro de todos nós


O seu primeiro clube foi o Clube Futebol Andorinha de Santo António, onde despertou rapidamente a atenção dos olheiros do CD Nacional. Aluno pouco aplicado, era no recreio, a jogar a bola com os amigos, que se sentia feliz. Posteriormente em 1995 ingressa nos infantis do CD Nacional. Na sua primeira época, como futebolista iniciou a sua vontade ganhadora, ao vencer o campeonato de infantis, conquistando assim o primeiro título como jogador de futebol. Com apenas 11 anos de idade sai da Região Autónoma da Madeira e vai para Lisboa, ingressando nos juvenis do Sporting Clube de Portugal, ganhando 1500 euros por mês. Sua estreia nos relvados foi em Setembro de 2002, defendendo o Sporting, quando tinha apenas dezassete anos de idade. Durante a temporada 2002/2003, Cristiano Ronaldo actuou em 25 partidas e marcou três golos pelo Sporting. No jogo de estreia do novo estádio Alvalade XXI do Sporting Clube de Portugal, Cristiano Ronaldo fez um jogo de tal modo empolgante, que os jogadores do Manchester United, no voo de regresso a Inglaterra, pediram ao Sir Alex Ferguson, a sua contratação para substituir David Beckham que se tinha transferido para o Real Madrid.

Em Manchester refinou a diabrura – fazendo do seu jogo convite à festa, à imaginação, fogo que vai e vem empurrado por ventos de prodígios. Não, não é tudo – parecendo que tem escondido no corpo compartimentos secretos, a sua cabeça chega por vezes, mais alto que as mãos dos guarda – redes e torna-se bala… e os seus pés torpedo!
Por isso Bobby Charlton revelou que não é por acaso que “há cada vez mais gente a querer ir vê-lo ao estádios fazer coisas do outro mundo”.
O Manchester afirmou que por menos de um singelos 70 milhões de euros não o venderia a ninguém.



Já na Selecção Nacional, é sem duvida uma referência tendo sido na última partida de caris particular, contra o Brasil, o mais novo capitão de sempre da Selecção Nacional em mais de 80 anos de história: com 22 anos e um dia. Foi tambem considerado um dos melhores jogadores jovens da Campeonato do Mundo'2006, torneio em que Portugal se classificou em 4º lugar, à frente de selecções como as do Brasil, Argentina, Inglaterra, Holanda, e Espanha. Cristiano Ronaldo é por isso um jogador que traz grandes aspirações ao futebol português em provas internacionais.



Mais recentemente é figura de um jogo para telemóvel com o seu nome: Cristiano Ronaldo que promete tornar-se um sucesso e criar uma nova legião de fãs.

Titulos:

Taça de Inglaterra (FA Cup): 2004
Vice-Campeão Europeu, Portugal: 2004
Vice-Campeão Taça de Inglaterra (FA Cup): 2005
Taça da Liga de Inglaterra (Carling Cup): 2006
Special young player of the year (fans vote): 2005
2º melhor jogador jovem do Mundial na Alemanha: 2006

terça-feira, 6 de março de 2007

Deco - No topo por direito próprio


O Benfica não percebeu (a tempo) que Deco não era jogador para o Alverca ou para o Salgueiros. Era grande e tinha de estar num grande! O “Magico”, o “numero dez que finta com os dois pés e é melhor que o Pele”, segundo a rima do cântico dos Super Dragões. Mais uma vez, prevaleceu o olho clínico do FC Porto, que o contratou ainda miúdo, ainda brasileiro, e o fez crescer. 2003 havia sido fantástico e as potencias financeiras na Europa ficaram deliciadas com o médio – ofensivo, então já internacional português. A conjugação técnica – raça a um nível elevadíssimo fez de Deco um jogador cobiçado, Mas Pinto da Costa quis mantê-lo mais um ano em Portugal. Fê-lo para ter mais uma época de magia e, embora nem tenha começado bem o ultimo ano como portista, o "dez" foi crescendo para a influencia habitual, brilhando quando a equipa mais presisou, principalmente na Liga dos Campeões. Foi, entretanto, considerado o melhor jogador e o melhor medio da Liga dos Campeões e, já perto do final de 2004, a revista France Football elegeu-o como o segundo melhor jogador a actuar na Europa, entregando a bola de ouro a Shevchenko.

Em Espanha, quando se previa que seria dificil encaixa-lo com Ronaldinho Gaúcho, adaptou-se à maior liberdade concedida ao companheiro e forma com ele uma dupla terrivel para os adversario como se provou na época passada com a conquista do campeonato espanhol e a conquista pela segunda vez (para Deco) da Liga dos Campeões.


A nivel de Selecção, Deco convenseu-se que não jogaria na equipa do seu pais natal (Brasil) e naturalizou-se português onde foi chamado a Selecção Nacional por... Scolari. A 29 de março de 2002, no antigo estádio das Antas, Deco estreou-se contra o Brasil. entrou aos 60 minutos... e aos 82, na cobrança de um livre a 25 metros da baliza de Marcos(guarda-redes da selecção brasileira), fez o 2-1.Durante o Euro´2004 acabou de vez com os nacionalismos baratos de quem se sentia confuso ao vê-lo de quinas ao peito. Não pelo que jogou, que foi muito, mas simplesmente pela forma como mostrou sentir a camisola de Portugal. Deu tudo de si, fez tudo o que podia, até chegou a jogar a lateral-direito (jogo com a Inglaterra). Durante o Mundial´2006 repetiu a dose, mas desta vez com um golo ao Irão, para mais uma vez marca a sua posição. O "Mágico" é hoje umas das principais referências da equipa portuguesa, garantindo sucessão à altura de Rui Costa, o "Maestro" que foi durante muito tempo o organizador da Selecção Portuguesa.


Titulos:

Campeão Português: 1998/1999, 2002/2003 e 2003/2004
Taça Portugal: 1999/2000, 2000/2001 e 2002/2003
Supertaça de Portugal: 2001/2002 e 2003/2004
Taça UEFA: 2002/2003
Liga dos Campeões: 2003/2004 e 2005/2006
Melhor Jogador da Final da Liga dos Campeões: 2004
Melhor Médio da UEFA: 2004
Melhor Jogador da UEFA: 2004
Bola de Prata: 2004
Campeão Espanhol: 2004/2005 e 2005/2006
Supertaça de Espanha: 2005/2006 e 2006/2007
Vice-campeão do Mundo:2005
Melhor Médio da UEFA: 2006
Melhor Jogador do Campeonato Mundial de Clubes:
2006

Ponta Pé de Saida

Este "Recital de Bola" surge devido à minha grande paixão pelo futebol, onde os principais artistas são os futebolistas e onde aqui irei descrever alguns dos grandes jogadores tanto portugueses como estrangeiros.Espaço que pretendo de crítica, reflexão e civismo sobre os grandes artistas desta paixão que é o FUTEBOL!