terça-feira, 6 de março de 2007

Deco - No topo por direito próprio


O Benfica não percebeu (a tempo) que Deco não era jogador para o Alverca ou para o Salgueiros. Era grande e tinha de estar num grande! O “Magico”, o “numero dez que finta com os dois pés e é melhor que o Pele”, segundo a rima do cântico dos Super Dragões. Mais uma vez, prevaleceu o olho clínico do FC Porto, que o contratou ainda miúdo, ainda brasileiro, e o fez crescer. 2003 havia sido fantástico e as potencias financeiras na Europa ficaram deliciadas com o médio – ofensivo, então já internacional português. A conjugação técnica – raça a um nível elevadíssimo fez de Deco um jogador cobiçado, Mas Pinto da Costa quis mantê-lo mais um ano em Portugal. Fê-lo para ter mais uma época de magia e, embora nem tenha começado bem o ultimo ano como portista, o "dez" foi crescendo para a influencia habitual, brilhando quando a equipa mais presisou, principalmente na Liga dos Campeões. Foi, entretanto, considerado o melhor jogador e o melhor medio da Liga dos Campeões e, já perto do final de 2004, a revista France Football elegeu-o como o segundo melhor jogador a actuar na Europa, entregando a bola de ouro a Shevchenko.

Em Espanha, quando se previa que seria dificil encaixa-lo com Ronaldinho Gaúcho, adaptou-se à maior liberdade concedida ao companheiro e forma com ele uma dupla terrivel para os adversario como se provou na época passada com a conquista do campeonato espanhol e a conquista pela segunda vez (para Deco) da Liga dos Campeões.


A nivel de Selecção, Deco convenseu-se que não jogaria na equipa do seu pais natal (Brasil) e naturalizou-se português onde foi chamado a Selecção Nacional por... Scolari. A 29 de março de 2002, no antigo estádio das Antas, Deco estreou-se contra o Brasil. entrou aos 60 minutos... e aos 82, na cobrança de um livre a 25 metros da baliza de Marcos(guarda-redes da selecção brasileira), fez o 2-1.Durante o Euro´2004 acabou de vez com os nacionalismos baratos de quem se sentia confuso ao vê-lo de quinas ao peito. Não pelo que jogou, que foi muito, mas simplesmente pela forma como mostrou sentir a camisola de Portugal. Deu tudo de si, fez tudo o que podia, até chegou a jogar a lateral-direito (jogo com a Inglaterra). Durante o Mundial´2006 repetiu a dose, mas desta vez com um golo ao Irão, para mais uma vez marca a sua posição. O "Mágico" é hoje umas das principais referências da equipa portuguesa, garantindo sucessão à altura de Rui Costa, o "Maestro" que foi durante muito tempo o organizador da Selecção Portuguesa.


Titulos:

Campeão Português: 1998/1999, 2002/2003 e 2003/2004
Taça Portugal: 1999/2000, 2000/2001 e 2002/2003
Supertaça de Portugal: 2001/2002 e 2003/2004
Taça UEFA: 2002/2003
Liga dos Campeões: 2003/2004 e 2005/2006
Melhor Jogador da Final da Liga dos Campeões: 2004
Melhor Médio da UEFA: 2004
Melhor Jogador da UEFA: 2004
Bola de Prata: 2004
Campeão Espanhol: 2004/2005 e 2005/2006
Supertaça de Espanha: 2005/2006 e 2006/2007
Vice-campeão do Mundo:2005
Melhor Médio da UEFA: 2006
Melhor Jogador do Campeonato Mundial de Clubes:
2006

1 comentário:

vc disse...

Bem..o blog de um portista ferrenho começa c um post em relação ao deco..qual é o mal disso?nenhum..
So acho que nao é assim mt positivo pa um portista começar um blog c a palavra benfica..mas é so a mh opiniao..
pois é..voces tao sp a pensar em nos..ate podemos tar na merda que voces vêm la ter connosco..
porto = anti-benfica

SLB 4ever =)


agora falando do blog em si..axo k ta..hum..frakinho... xD
ta porreirinho..continua assim..

abraço #7