sexta-feira, 9 de março de 2007

Diego - O talento indomável

Desde cedo, Diego mostrou que tinha talento para o futebol. Aos 6 anos, começou a treinar nas equipas jovens do Comercial F.C., de Ribeirão Preto. Passados 3 anos mudou-se para a equipa do Santos.Diego foi promovido a equipa principal do Santos F.C. em 2001 (aos 16 anos de idade), pelo técnico Celso Rott. A reformulação na equipa principal prestigiava as pratas da casa, e, de todas elas, a mais reluzente era o médio brasileiro. E, logo que participou no seu primeiro campeonato como profissional, Diego conquistou o troféu de Campeão Brasileiro. Em apenas 27 partidas o líder da equipa marcou 10 golos, entre eles o que eliminou o São Paulo, em pleno Morumbi, nas quartos-de-final. O menino formado na Vila Belmiro começava a encantar o país.No ano seguinte, o camisa 10 já ostentava 17 anos e um título nacional. Jogando a Taça Libertadores, Diego colaborou para que a equipa da Vila Belmiro chegasse à final ao apontar quatro golos em 14 jogos, além de dar aos companheiros inúmeras assistências, as quais lhe renderam o prémio de jogador mais criativo da competição. Diego, já nesse momento, era presença certa nas listas de convocação da Selecção Brasileira.Em 2004, Diego participou novamente numa edição da Taça Libertadores. Marcou quatro golos em nove jogos e ajudou o Santos a atingir os quartos-de-final. No Campeonato Nacional, sob orientação do técnico Vanderlei Luxemburgo, foi elevado ao posto de capitão da equipa. Disputou nove jogos e balançou as redes em quatro oportunidades antes de, em Agosto, se transferir para o Futebol Clube do Porto.

Ainda nem se tinha adaptado a Portugal, quando assumiu a condição de titular do Porto, então campeão Nacional e Europeu. Recebido como a grande contratação da temporada, era o jovem médio, talentoso e decisivo que chegaria para ocupar o lugar de Deco, ídolo portista.Logo nos seus primeiros jogos com a nova camisa, na partida que opôs o Porto ao Benfica, venceu a Super Taça de Portugal. Por conta de suas boas actuações no Campeonato Português e na Liga dos Campeões, recebeu pelos adeptos do Porto o "Troféu Dragão".Ainda em 2004, Diego disputou a partida que definiu o Campeão Interclubes, que reuniu o Campeão Europeu - Porto FC, e o Campeão da América do Sul - Once Caldas, da Colômbia, tendo marcado uma grande penalidade que deu o titulo ao Porto. No Campeonato Português, o médio ajudou o clube a conquistar o 2º lugar em 2005 e tornou-se campeão em 2006. Neste mesmo ano, Diego foi homenageado pelo clube que o revelou, o Santos FC, inaugurando o CT Meninos da Vila, destinado às categorias de base. Um dos dois campos de treinos recebeu o seu nome.

Em apenas duas temporadas em Portugal, Diego marcou sete vezes pelo Porto, já sendo alvo de interesse de outros clubes da Europa, como o Werder Bremen, no qual fechou contrato para actuar durante quatro anos.
Já no Werder Bremen, em apenas meia época, e tal como tinha acontecido no porto, assumiu a posição de titular, marcando 9 golos, fazendo 12 assistênciais, tendo sido eleito por 3 vezes o melhor jogador do mês e apontando o melhor golo do mês de Outubro, além disso e para acabar em beleza, foi eleito o melhor jogador da primeira volta da BundesLiga.



Titulos:

Copa da Liga da Alemanha: 2006
Campeonato Português: 2006
Campeão Mundial Interclubes: (Copa Toyota): 2004
Super Taça de Portugal: 2004
Campeão Brasileiro: 2004
Copa América Seleção: 2004
Campeonato Brasileiro: 2002

3 comentários:

Anónimo disse...

Esse jogador que dá por nome Diego, é qualquer coisa do outro mundo... tem feito jogos brilhantes na Alemanha... é pena o porto não o ter aproveitado...

Anónimo disse...

Esse jogador que dá por nome Diego, é qualquer coisa do outro mundo... tem feito jogos brilhantes na Alemanha... é pena o porto não o ter aproveitado...

Anónimo disse...

Diegooooooooooooo
Diegoooooooooo
Diegooooo
Levantou o Estádio!!

By, João Pinho